Uma relação permanente com os santistas, com escuta, decisões explicadas e respeito à independência dos órgãos do clube.
Criar uma agenda permanente de encontros, prestações de contas abertas e consultas digitais sobre a experiência associativa.
Ampliar a participação de quem vive fora da Baixada Santista e informar o encaminhamento das contribuições recebidas.
Respeitar as competências de fiscalização e controle do Conselho Deliberativo, do Conselho Fiscal e dos demais órgãos estatutários.
Apresentar projetos estratégicos com informações técnicas, jurídicas e econômico-financeiras para qualificar o debate.
Promover fóruns, pesquisas e canais digitais de participação com associados, torcedores, ex-atletas, profissionais e parceiros.
Encaminhar sugestões às áreas responsáveis e oferecer devolutivas, mantendo a responsabilidade de decisão com a gestão.
Comunicar objetivos, etapas e prazos dos projetos, inclusive alterações de estratégia e dificuldades de execução.
Fortalecer os canais diretos com o santista e responder à desinformação com informação oficial clara.
Avaliar tecnicamente os projetos em andamento, preservar iniciativas que funcionam e preparar uma transição organizada.
Manter canais internos de escuta e valorizar o conhecimento, o desempenho e a contribuição dos profissionais do clube.
Síntese das propostas do capítulo 2 do Plano de Gestão “Da Base ao Topo”, de José Renato Quaresma.
Leia todas as propostas no Plano de Gestão “Da Base ao Topo”.
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