Organizar as dívidas, controlar o orçamento e ampliar receitas recorrentes para fortalecer o futebol sem comprometer o futuro.
Implantar um plano emergencial de capital de giro, priorizando obrigações críticas e a continuidade da operação do clube.
Mapear e auditar o passivo por credor, custo, prazo, garantias e prioridade de negociação, buscando repactuações vantajosas.
Vincular o orçamento ao planejamento estratégico e comparar mensalmente os valores realizados com os previstos.
Justificar desvios, estabelecer limites para despesas sem previsão ou financiamento e integrar os custos totais do futebol ao planejamento financeiro.
Estabelecer metas progressivas para diminuir a dependência de antecipações de transmissão, patrocínio e outras receitas.
Exigir justificativa técnica, análise de custo e avaliação dos impactos futuros nas operações extraordinárias.
Fortalecer Sócio Rei, patrocínios, licenciamento, produtos oficiais, comércio eletrônico, Santos TV e experiências em dias de jogos.
Desenvolver oportunidades ligadas à Base, às Sereias, à Santos Academy e à Vila Belmiro, acompanhando margem e custos para preservar o ganho de receita.
Planejar negociações de atletas para ampliar o poder de escolha do clube e definir critérios de reinvestimento.
Revisar contratos, compras e despesas recorrentes, direcionando ganhos de eficiência para futebol, formação e projetos estratégicos.
Criar o painel “Quanto do futuro já foi gasto?”, com valor e percentual das receitas futuras antecipadas, cedidas ou comprometidas como garantia.
Divulgar a evolução da dívida, das receitas recorrentes e dos custos. As metas numéricas serão definidas após o diagnóstico financeiro inicial; o plano propõe uma recuperação gradual.
Síntese das propostas do capítulo 5 do Plano de Gestão “Da Base ao Topo”, de José Renato Quaresma.
Leia todas as propostas no Plano de Gestão “Da Base ao Topo”.
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